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Em defesa dos interesses da indústria tocantinense

Palmas, 25 de novembro de 2017 04:23

 

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A convite da FIETO especialista realiza palestra em Gurupi

27/10/2017 - 14h38
 
 
Foto: Júnior Veras
Ampliar imagem Marcos Fava palestrou em Gurupi para...

Segundo ele está acontecendo no Brasil e no mundo o chamado Ciclo de Investimentos: a economia circular, economia digital e tecnológica e economia do compartilhamento.

 

Marcos Fava Neves, professor titular da Universidade de São Paulo (USP), contratado pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) para realizar estudo sobre a potencialidade das principais cadeias produtivas do estado, falou para empresários e estudantes do Instituto Federal do Tocantins (IFTO) durante a 3ª Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi.

Em uma hora e meia de palestra na tarde de ontem, quinta-feira, 26, o consultor discorreu sobre o agronegócio e as oportunidades de desenvolvimento a partir de uma visão mundial, brasileira e tocantinense, sobre o conjunto macroeconômico e político internacional, transformações estruturais no agronegócio e o futuro do mercado de alimentos.

Segundo Marcos Fava, a partir do ano que vem o Brasil voltará a crescer porque a taxa de juros está caindo gradativamente. “Saímos do fundo do poço econômico e administrativo, mas não saímos do fundo do poço político. Portanto, no ano que vem vamos pensar em um país mais ético, empreendedor e gerando riquezas”, disse ele.

Sobre as perspectivas futuras do agronegócio, Fava adiantou que a produção de grãos no Brasil deverá expandir de 232 para 343 milhões de hectares em 10 anos, mas os preços deverão ficar estáveis pelo mesmo período, que as importações mundiais de carne de frango, suína e bovina vão aumentar e que isso é promissor para o Tocantins. Mas apontou como ponto fraco do estado vender sua produção in natura. “O Tocantins precisa partir para uma política de agregação de valor”, recomendou.

Para Marcos Fava já está acontecendo no mundo, inclusive no Brasil, o chamado Ciclo de Investimentos, ou seja, a economia circular (por metro quadrado), a economia digital e tecnológica e a economia do compartilhamento. “Essas três coisas juntas vão permitir ao agricultor brasileiro construir as margens que ele precisa para aproveitar esse crescimento da demanda mundial”.

Andrea Stival, empresária que articulou a ida de Marcos Fava a Gurupi, avaliou a palestra como extremamente positiva. “Ele nos ensinou a incentivar e ser colaboradores uns como os outros, a identificar a necessidade do mercado, interagir com as universidades e o governo para que possamos fortalecer a nossa economia. Como ele bem disse: o Tocantins é um estado rico, de muitas potencialidades, por isso devemos aprender mais para usufruir de toda essa força que temos”, disse.

Empresário da área de Logística, Jorge Luís Viana também avaliou positivamente a palestra. “Foi bastante interessante, nos mostrou de forma bem clara a realidade do agronegócio mundial e as potencialidades que o Tocantins tem, bem como as perspectivas sobre as questões agrícolas e da pecuária. Ele deixou claro também que a gente tem que se atualizar em termos de tecnologia e reduzir custo para produzir mais com menos”, destacou Viana.

 

Por Júnior Veras

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